quinta-feira, 31 de maio de 2012

Apresentação dos estudantes de Letras da Universidade UNIP, os quais desenvolveram esse blog.

Ana Rosa Matos de Próspero  RA: A61654-3
Estudante de Letras, cursando o quinto semestre na Universidade Paulista.Iniciou os estudos da Língua Inglesa na escola de Idiomas Fisk, onde aprimorou o conhecimento na língua por seis anos e meio e atualmente trabalha como Assistente da Língua Inglesa no colégio Bílingue Brazilian International Integration School-Colégio BIS.





Otávio da Silva Feleto   RA:794479-9
Estudante de Letras, cursando o quinto semestre na Universidade Paulista.
Tem como objetivo aprimorar seus conhecimentos em Língua Inglesa para se tornar um tradutor interprete.  
Atualmente trabalha na empresa Ticket Serviços.
















Dionísio  Galvão da Silva  RA: A391CE-0
Estudante de Letras, cursando o quinto semestre na Universidade Paulista, trabalha no colégio Tamandaré englobando debates sobre temas politícos.


Daniela   Lima de Souza     RA:T635SH-5 


Estudante de Letras, cursando o quinto semestre na Universidade Paulista, aprecia as Literaturas inglesa, portuguesa e brasileira.


 Pofessora:Andrea Cotrim
Andréa Cotrim é mestre em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês pela USP.
Graduada em Inglês, Francês e Português pela mesma instituição, leciona há mais de 23
anos. Atualmente, trabalha na UNIP como professora do curso de Letras.Nos orientou no primeiro semestre de 2012, aplica a Disciplina Língua Inglesa:Significado e uso.






Coordenadora:Simone Gonzales
Mestre e coordenadora do Curso de Letras na UNIVERSIDADE PAULISTA, campus Marquês de São Vicente, quem nos orienta e aplica as disciplinas LIAD e COLI.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Plano de aula através de conto de fadas.

Objetivos
- Definir e seguir combinados.
- Utilizar verbos no imperativo e verbos modais nas expressões de permissão.


Conteúdos
- Verbos no imperativo.
- Verbos modais (may, can, shall, need, must).


Anos
5º e 6º.


Tempo estimado
Seis aulas.


Material necessário
Cartolinas, canetas coloridas, TV e aparelho de DVD.


Desenvolvimento
1ª etapa
Para apresentar à turma o contexto de produção dos combinados (o que acontece na atividade social, quem participa dela, quando ocorre, onde ocorre e por que acontece), apresente trechos de diferentes contos que mostrem aulas. Faça perguntas para levar a garotada a entender os elementos básicos de cada cena e refletir sobre os aspectos que as unem: What is the scene about? Who is involved? What are they doing? Where does the scene take place? When does the scene take place? Why are these people involved in the scene? How are these scenes related?

2ª etapa
Para introduzir os verbos no imperativo, apresente aos estudantes o conto de fadas  Rapunzel...,
no qual os participantes devem fazer tudo o que Príncipe (o professor ou outro estudante) disser. Inicie o conto propondo ações de permissão e proibição, como "Rapunzel,throw your braiding" .Depois de algumas ordens, passe a vez para que todos participem. Conforme a turma fala, registre no quadro as expressões utilizadas em duas colunas - uma para permissões e outra para proibições. Utilize como título de cada coluna o símbolo das placas de trânsito - o permitido representado por um círculo vazio e o proibido por um círculo cortado na transversal.

3ª etapa
Relembre as expressões construídas com os verbos no imperativo para debater as regras da aula de Inglês. Inicie discutindo a necessidade de realizar combinados para a participação em aula - ainda que a turma use o Português, você deve se expressar em Inglês, recorrendo a gestos e imagens para resolver as principais dúvidas de compreensão. Em seguida, peça sugestões para construir uma lista similar à das ações do jogo, com permissões e proibições para o convívio em sala. Continue utilizando os símbolos de trânsito e escreva always para permissões e never para proibições.

4ª etapa
Se a turma já tiver um domínio razoável das construções básicas em Inglês, torne a lista de combinados mais sofisticada. Peça que os estudantes separem as ações em grupos que expressem possibilidades, necessidades e obrigações, usando colunas com os seguintes verbos: can, can't, need to, don't need to, mustn't e don't forget to. No fim, oriente os alunos a registrar as regras num cartaz, colocando-o em local visível para consulta.

Avaliação
Analise se os alunos expressam permissões e proibições em Inglês, usando corretamente os verbos no imperativo e os modais. Uma dúvida frequente é a confusão entre verbos de permissão (may, can) e ordem (need, must). Se essa dificuldade aparecer, enfatize a gradação entre os verbos por meio de exemplos baseados nas regras do combinado.



 


Pesquisa e reflexão entre as diferenças nas pronuncias Britânica e Norte- Americana através dos Filmes Harry Potter e a Pedra Filosofal(Harry Potter and the Philosopher's Stone; britânico) e E se Fosse Verdade(Just Like Heaven;norte-americano)


  Observam-se aspectos da pronuncia, os quais diferenciam a Língua Inglesa com sotaque Britânico do sotaque Norte- Americano existindo variações de acordo com a região.

Durante a análise do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal(Harry Potter and the Philosopher's Stone; britânico) e o filme E se Fosse Verdade(Just Like Heaven;norte-americano) é possível identificar que  o  tom frio e áspero de um sotaque britânico muitas vezes é impressionante e soa mais sofisticado para a maioria dos ouvintes americanos. O sotaque varia muito entre os estados e regiões em cada país. Destacam-se os sotaques chamados de posh, fazendo com que se pronuncie as palavras claramente, é um inglês, bem mais fácil de entender, além de soar elegante e refinado, sem muitas gírias.

O britânico é comumente descrito como mais elegante, apesar de o americano se utilizar muito mais do “oldenglish” (antigas expressões e palavras). Como exemplo os americanos usam a palavra “fall” para dizer outono enquanto o britânico usa “autumn”.

Ao contrário do que muitos pensam, a diferença entre o inglês britânico e o americano não está simplesmente no vocabulário ou na pronúncia das palavras, mas sim na dicção desenvolvida. Os americanos falam com o som na parte frontal da boca, já os ingleses jogam o som para a garganta como em:

“car-bar-far-guitar”,perceba que uma vez que o som está na garganta, o R não tem som, e o som do A é intermediario entre o A e o O.

Outros exemplos:

dinner, better, letter, matter...

O som na garganta faz com que novamente o R não tenha som e a letra E se assimila a um A (como dinnah, bettah, lettah...)

outros exemplos:

have, past, fast, last, cast...

Perceba que o som do A fica intermediario entre A e O, ao contrario da pronuncia americana que tendo o som na parte frontal da boca, o A tem o som entre o A e o E.

Outros exemplos:

bus, but, up, must, lust, plus...

O som do U passa a se assimilar a um A em vez de Ã, como no americano.

Outros exemplos:

year, fear, dear, near, hear...

O "EA" que se assemelha ao nosso I, passa a ter um som mais intenso, como IA e mais uma vez o R não tem som.

Na Inglaterra a vogal “A” é pronunciada como “Á/”, por exemplo: have (râve), can’t (cân’t), man (mân), já nos EUA esta vogal é mais aberta em alguns casos com som de “É”: have (réve), can’t (kén’t), man (mén)

A letra “R” o americano diz mais exagerado (como um caipira diria “porta, com um R prolongado), enquanto que o britânico quase nem é pronunciado.

As letras “D” e “T” são faladas semelhantemente no inglês americano possuindo um som de “R”, por exemplo: bottle (bórou), little (lirou), water (uárer), somebody (sumbari), middle (mirou). Já no britânico essas letras tem seus respectivos sons pronunciados como o português: bottle (bótou), little (litou), water (uatâ), somebody (sumbadi), middle (midou).

Outra diferença marcante é a pronúncia do T. Exemplo, em Garrafa de Água. BottleofWater.
O americano pronuncia o "T" no meio de algumas palavras quase como um "R" (curto) nosso, ficaria assim "BórouofUárer". O britânico pronuncia o "T" como nós e ficaria "BótouofUatâ". Outro exemplo, Little. O americano diz "lirou" e o britanico diz "litou".

Por fim, é necessário que esteje muito atento para identifcar as diferenças entre a pronuncia britânica e norte-americana, as quais estão  no vocabulário, e na gesticulação e correta utilização do aparelho fonético.Todos têm capacidade de falar diversas línguas, basta dedicação para aprender e muito treino, adquirindo assim, a prática resultando numa boa pronuncia.



Análise dos Filmes Harry Potter e a Pedra Filosofal(Harry Potter and the Philosopher's Stone; britânico) e  E se Fosse Verdade(Just Like Heaven;norte-americano)

  Observam-se aspectos da pronuncia, os quais diferenciam a Língua Inglesa com sotaque Britânico do sotaque Norte- Americano existindo variações de acordo com a região.

Durante a análise do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal(Harry Potter and the Philosopher's Stone; britânico) e o filme E se Fosse Verdade(Just Like Heaven;norte-americano) é possível identificar que  o  tom frio e áspero de um sotaque britânico muitas vezes é impressionante e soa mais sofisticado para a maioria dos ouvintes americanos. O sotaque varia muito entre os estados e regiões em cada país. Destacam-se os sotaques chamados de posh, fazendo com que se pronuncie as palavras claramente, é um inglês, bem mais fácil de entender, além de soar elegante e refinado, sem muitas gírias.

O britânico é comumente descrito como mais elegante, apesar de o americano se utilizar muito mais do “oldenglish” (antigas expressões e palavras). Como exemplo os americanos usam a palavra “fall” para dizer outono enquanto o britânico usa “autumn”.

Ao contrário do que muitos pensam, a diferença entre o inglês britânico e o americano não está simplesmente no vocabulário ou na pronúncia das palavras, mas sim na dicção desenvolvida. Os americanos falam com o som na parte frontal da boca, já os ingleses jogam o som para a garganta como em:

“car-bar-far-guitar”,perceba que uma vez que o som está na garganta, o R não tem som, e o som do A é intermediario entre o A e o O.

Outros exemplos:

dinner, better, letter, matter...

O som na garganta faz com que novamente o R não tenha som e a letra E se assimila a um A (como dinnah, bettah, lettah...)

outros exemplos:

have, past, fast, last, cast...

Perceba que o som do A fica intermediario entre A e O, ao contrario da pronuncia americana que tendo o som na parte frontal da boca, o A tem o som entre o A e o E.

Outros exemplos:

bus, but, up, must, lust, plus...

O som do U passa a se assimilar a um A em vez de Ã, como no americano.

Outros exemplos:

year, fear, dear, near, hear...

O "EA" que se assemelha ao nosso I, passa a ter um som mais intenso, como IA e mais uma vez o R não tem som.

Na Inglaterra a vogal “A” é pronunciada como “Á/”, por exemplo: have (râve), can’t (cân’t), man (mân), já nos EUA esta vogal é mais aberta em alguns casos com som de “É”: have (réve), can’t (kén’t), man (mén)

A letra “R” o americano diz mais exagerado (como um caipira diria “porta, com um R prolongado), enquanto que o britânico quase nem é pronunciado.

As letras “D” e “T” são faladas semelhantemente no inglês americano possuindo um som de “R”, por exemplo: bottle (bórou), little (lirou), water (uárer), somebody (sumbari), middle (mirou). Já no britânico essas letras tem seus respectivos sons pronunciados como o português: bottle (bótou), little (litou), water (uatâ), somebody (sumbadi), middle (midou).

Outra diferença marcante é a pronúncia do T. Exemplo, em Garrafa de Água. BottleofWater.
O americano pronuncia o "T" no meio de algumas palavras quase como um "R" (curto) nosso, ficaria assim "BórouofUárer". O britânico pronuncia o "T" como nós e ficaria "BótouofUatâ". Outro exemplo, Little. O americano diz "lirou" e o britanico diz "litou".

Por fim, é necessário que esteje muito atento para identifcar as diferenças entre a pronuncia britânica e norte-americana, as quais estão  no vocabulário, e na gesticulação e correta utilização do aparelho fonético.Todos têm capacidade de falar diversas línguas, basta dedicação para aprender e muito treino, adquirindo assim, a prática resultando numa boa pronuncia.

Análise dos Filmes Harry Potter e a Pedra Filosofal(Harry Potter and the Philosopher's Stone; britânico) e  E se Fosse Verdade(Just Like Heaven;norte-americano)

  Observam-se aspectos da pronuncia, os quais diferenciam a Língua Inglesa com sotaque Britânico do sotaque Norte- Americano existindo variações de acordo com a região.

Durante a análise do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal(Harry Potter and the Philosopher's Stone; britânico) e o filme E se Fosse Verdade(Just Like Heaven;norte-americano) é possível identificar que  o  tom frio e áspero de um sotaque britânico muitas vezes é impressionante e soa mais sofisticado para a maioria dos ouvintes americanos. O sotaque varia muito entre os estados e regiões em cada país. Destacam-se os sotaques chamados de posh, fazendo com que se pronuncie as palavras claramente, é um inglês, bem mais fácil de entender, além de soar elegante e refinado, sem muitas gírias.

O britânico é comumente descrito como mais elegante, apesar de o americano se utilizar muito mais do “oldenglish” (antigas expressões e palavras). Como exemplo os americanos usam a palavra “fall” para dizer outono enquanto o britânico usa “autumn”.

Ao contrário do que muitos pensam, a diferença entre o inglês britânico e o americano não está simplesmente no vocabulário ou na pronúncia das palavras, mas sim na dicção desenvolvida. Os americanos falam com o som na parte frontal da boca, já os ingleses jogam o som para a garganta como em:

“car-bar-far-guitar”,perceba que uma vez que o som está na garganta, o R não tem som, e o som do A é intermediario entre o A e o O.

Outros exemplos:

dinner, better, letter, matter...

O som na garganta faz com que novamente o R não tenha som e a letra E se assimila a um A (como dinnah, bettah, lettah...)

outros exemplos:

have, past, fast, last, cast...

Perceba que o som do A fica intermediario entre A e O, ao contrario da pronuncia americana que tendo o som na parte frontal da boca, o A tem o som entre o A e o E.

Outros exemplos:

bus, but, up, must, lust, plus...

O som do U passa a se assimilar a um A em vez de Ã, como no americano.

Outros exemplos:

year, fear, dear, near, hear...

O "EA" que se assemelha ao nosso I, passa a ter um som mais intenso, como IA e mais uma vez o R não tem som.

Na Inglaterra a vogal “A” é pronunciada como “Á/”, por exemplo: have (râve), can’t (cân’t), man (mân), já nos EUA esta vogal é mais aberta em alguns casos com som de “É”: have (réve), can’t (kén’t), man (mén)

A letra “R” o americano diz mais exagerado (como um caipira diria “porta, com um R prolongado), enquanto que o britânico quase nem é pronunciado.

As letras “D” e “T” são faladas semelhantemente no inglês americano possuindo um som de “R”, por exemplo: bottle (bórou), little (lirou), water (uárer), somebody (sumbari), middle (mirou). Já no britânico essas letras tem seus respectivos sons pronunciados como o português: bottle (bótou), little (litou), water (uatâ), somebody (sumbadi), middle (midou).

Outra diferença marcante é a pronúncia do T. Exemplo, em Garrafa de Água. BottleofWater.
O americano pronuncia o "T" no meio de algumas palavras quase como um "R" (curto) nosso, ficaria assim "BórouofUárer". O britânico pronuncia o "T" como nós e ficaria "BótouofUatâ". Outro exemplo, Little. O americano diz "lirou" e o britanico diz "litou".

Por fim, é necessário que esteje muito atento para identifcar as diferenças entre a pronuncia britânica e norte-americana, as quais estão  no vocabulário, e na gesticulação e correta utilização do aparelho fonético.Todos têm capacidade de falar diversas línguas, basta dedicação para aprender e muito treino, adquirindo assim, a prática resultando numa boa pronuncia.



AO FINAL DESSA AULA DE REFLEXÃO SOBRE A DIFERENÇA DAS PRONUNCIAS BRITÂNICA E NORTE-AMERICANA, PEDIR AOS   ALUNOS UM RELATÓRIO DESTACANDO OS ASPECTOS PRINCÍPAIS PELOS QUAIS PODEMOS DISTINGUIR OS SOTAQUES QUE VARIAM DE ACORDO COM AS REGIÕES.